Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?
Do lado de fora, a narrativa é confortável. O empresário seria aquele sujeito que “manda”, “ganha” e “explora”. Um personagem quase folclórico, que lucra dormindo enquanto outros trabalham. A realidade, no entanto, costuma ser menos
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